quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

O Dia do RP

Por Caroline de Oliveira Araújo

Hoje é o Dia das Relações Públicas e como não poderia deixar de acontecer o MakeCom traz mais uma postagem sobre o valor da profissão nesse mundão globalizado.
As Relações Públicas tem seu registro na história desde a década de 30, quando Ivy Ledbetter Lee se tornou o responsável pela reputação da Família Rockfeller em seus negócios. Desde então a profissão tem se disseminado nos EUA, muitos profissionais atuam sem a necessidade de diploma, detalhe que acaba por prejudicar o reconhecimento da profissão no nosso país, que surgiu em decorrência das empresas que vinham do exterior e precisavam de profissionais capazes de cuidar da imagem da organização.
A polêmica em torno da profissão parece estar longe do final, regulamentada por lei em 1967, muitos discutem se essa regulamentação favorece ou prejudica a profissão, que ainda é interpretada de forma errada, mas isso nós, os Relações Públicas, tratamos todos os dias de contornar, legitimando nossa atuação no mercado.
Hoje em dia é fácil encontrar material sobre a profissão, o número de autores que se dedicam ao assunto vêm crescendo, e o número de profissionais interessados em dar forma a essa coisa chamada RP também vem aumentando.
Uma profissão de bastidores, capaz de evitar conflitos e até mesmo passar por crises sem perder o prestígo conquistado durante anos. RP exige tempo e planejamento e principalmente estratégia.

Hoje no Dia do RP vários blogs estão fazendo postagens sobre o tema em Blogs de Comunicação, vale a pena conferir. E siga a tag #DiadoRP no Twitter.

Relações Públicas em 140 caracteres!

Por Maira Manesco de Oliveira

Hoje é o Dia Nacional dos Relações Públicas, no caso nós :). Então Parabéns RPs queridos dessa terra maravilhosa chamada Brasil!


Quem tem e acompanha o Twitter deve ter percebido que está acontecendo uma postagem coletiva incentivando a nossa (futura) profissão e mostrando que não somos as pessoas que servem coxinhas em eventos, somos muito mais, além de sermos muito importantes!

Dia 28 de novembro o @fabioalbukerk começou uma campanha no Twitter com a tag: #DesafioRP e diversos estudantes e profissionais da área definiram em até 140 caracteres o que é Relações Públicas.


Minha contribuição para o #DiadoRP é juntar todas as definições com seus devidos créditos. Então aí estão: 
@laurapostal : Administra a comunicação a fim de promover a imagem institucional junto aos públicos de interesse.
@flavimaribondo: Relações Públicas: gestão da comunicação organizacional.
@vagouveia: RP é a Arte e Paixão de lidar com a organização e com pessoas.
@crmanzotti: RP fortalece a imagem das instituições perante seus públicos por meio de estratégias de comunicação e relacionamento.
@gbarbosarp: Adelina Martins, direto do Seminário de RP - Relações Públicas é saber lidar com a reputação organizacional.
@pvtarga: Profissão que pensa e atua estrategicamente com a comunicação, utilizando diversas ferramentas para aprimorar relacionamentos.
@altasaventuras: RP é o gestor da área de comunicação da empresa.
@jhcordeiro: RP é a interface do mundo corporativo com o mundo externo.
@digitalbranding: RP é sinal de transmissão de marca.
@NatytaFranco: RP é a arte de trabalhar a imagem da organização para todos seus stakeholders, posicionando a marca de forma estratégica.
@narjaraxavier: Trabalha relacionamento com públicos de uma organização de maneira estratégica através de instrumentos de comunicação dirigidos.
@RRenataarrudas: RP é processo que gerencia e relaciona com diversos públicos de uma organização fazendo a manutenção da imagem.
@Lii_Santos: RP é administrar relacionamentos, expectativas, marcas, imagem e reputação por meio de estratégias e ações de comunicação.
@Clubedorp: RP é em sua plenitude a complexa arte de se relacionar!
@carlosaFFonso: RP é um administrador da comunicação com os diversos públicos de uma organização e/ou pessoa.
@marciaceschini: RP é a ponte para criar bons relacionamentos e direcionar gerenciamento de marcas.
@Andrea__Gomes: RP é o elo entre a organização e seus públicos-alvo gerenciando e planejando a comunicação interna e externa.
@prochno: Eu gosto da clássica "RP é a arte de harmonizar expectativas" do Mestieri.
@diego_santos: RP é desenvolver estratégias e ações de comunicação para otimizar relacionamentos e agregar valor a imagem.
@EilorMarigo: Relações Públicas é a busca pelo equilíbrio entre a imagem que uma instituição transmite e a percepção do seu público.
@jerblima: RP é uma função gerencial, porque reflete as políticas e programas desenvolvidos nos níveis mais altos de gestão.
@EmilyBianquini: RP gerencia os relacionamentos com os mais diversos públicos e estabelece estratégias unindo imagem e reputação.
@GabiSharp: RP é o equilíbrio de interesses e relações!
@robsonrp: RP trabalha para melhorar a imagem, a comunicação e os relacionamentos de uma organização com os seus públicos.
@mvjbonfim: RP faz gerenciamento da comunicação com estratégias de relacionamento sustentáveis e valor.
@vitorpbalan: RP é a "ciência" (e a arte) de promover o diálogo e de manter relacionamentos.
@ocappuccino: RP é pensamento e execução estratégica dos relacionamentos e da construção de imagens.
@PHLemos: Colocar as teorias e práticas da comunicação a serviço dos objetivos da organização.
 
E por último a minha definição:
@mairamanesco: RP é a base/canal para um bom relacionamento entre as organizações e seus públicos de interesse.


Fazendo um resumão de tudo que foi dito, podemos concluir que Relações Públicas é o elo entre a organização e seus públicos, contruindo um canal de comunicação confiável e sustentável, além de posicionar a marca no mercado, trazendo credibilidade para a organização.

Continue no MakeCom, hoje ainda teremos mais postagens sobre Relações Públicas!

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

MakeCom em nova fase!

Por MakeCom

A princípio, como explicamos em nosso primeiro post, o MakeCom era fruto de um trabalho acadêmico realizado pela agência The Who Company, formada por nove alunos do 3º semestre do curso de Relações Públicas da Universidade Metodista de São Paulo.

Gostamos muito desse trabalho e resolvemos continuar com o blog, com postagens feitas em menor periodicidade, devido aos outros projetos cada vez mais complexos do nosso curso.

Muitas coisas mudaram... Estamos agora indo para o 5º semestre e criamos uma nova agência.

Hoje, o MakeCom inicia uma nova fase. O blog continuará sendo um espaço para falarmos de Comunicação e Relações Públicas, porém, agora, com apenas três colaboradoras: Caroline de Oliveira Araújo, Joyce de Almeida Tomaz e Maira Manesco de Oliveira.

Vamos tratar de assuntos atuais, levantar discussões e comentar mais sobre a realidade da nossa profissão, afinal estamos mais maduras e experientes.

Participamos de atividades práticas, elaboramos projetos para clientes-reais o que nos aproximou do mercado, além da experiência adquirida nos estágios realizados.

No decorrer desta semana, já teremos textos novos.


Boa Leitura!

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Blog Novo!

Por The Who Company

Queridos leitores,
durante um mês o blog MakeCom ficará um pouco parado, pois estamos com um blog novo e acadêmico, lá vocês poderam conhecer melhor o mundo das Relações Públicas e se surpreender com ela.
Visitem: Blog The Who Company

Obrigada, esperamos vocês em 30 dias.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Relações Públicas volte a brilhar!


Por Maira Manesco de Oliveira
 
A postagem de hoje não tem muito haver com o foco do blog, é mais um desabafo, uma revolta, uma CAMPANHA!

Ano passado ingressei no curso de Relações Públicas da Universidade Metodista de São Paulo. Na primeira semana, tudo novo, tudo legal, tudo era trote e palestras de inserção. Na segunda semana, fomos para as efetivas aulas e salas, aí tudo mudou -drasticamente- o que tinha sido prometido pela Universidade não estava sendo cumprido, 120 alunos por sala ao invés de 80, isso gerava desconforto, já que ninguém ficava quieto e era impossível aprender algo nas aulas. Recebemos a proposta de separar a sala, o que não foi muito longe, a maioria estava mais disposta em conversar, fazer ‘networking’ e beber, sabe como é a liberdade dos 18 anos, né?!

Chegou o II semestre, aí começaram as decepções... fiquei sabendo que uma das nossas melhores professoras tinha abandonado o magistério por nossa causa e que o curso de Relações Públicas da Metodistas, segundo o Guia do Estudante tinha caído de 5 para 4 estrelas. Bom, tudo bem, ainda tínhamos 04 estrelinhas brilhando.
 
No III semestre, já em 2009, mais uma professora abandona a Metodista -pelo menos dessa vez a culpa não foi nossa-, juro que ela era A melhor dando aulas de Pesquisa. Sobre o semestre vale ressaltar que graças a lotação das salas tínhamos aulas em auditórios.

Agora, cá estou no IV semestre... o que mudou de lá para cá? NADA! Neca de pitibiriba. Pois é, a sala continua lotada (não tanto quanto antes, agora só tem 96 alunos), os professores ainda nos detestam, ah! uma coisa mudou, agora só temos 3 estrelas. Não deixei isso por menos, fiz campanha no Twitter, vai que alguém via e me apoiava, né?! O FALAÇÃO apoiou:


Mas, o que eu queria mesmo era entender quais os critérios que o Guia do Estudante usa para dar e tirar nossas amadas estrelinhas. E também queria muito entender por que a Metodista usa essas estrelas como Marketing se nem todos os cursos são estrelados e os que são nem todos tem 5 estrelas. Além do mais, se é para usar a avaliação do Guia do Estudante como convite à novos alunos, que tal querer saber o motivo de perder estrelas e o critério usado para receber as estrelas?!

   Segue meu depoimento para o jornal na íntegra:

Bom, a Campanha: Eu quero minhas estrelas de volta! #RP5estrelasnow!, surgiu logo depois de eu receber um email da Metodista se glorificando por ter 62 estrelas, e eu feliz fui lá ver quantas estrelas meu curso estava. E aí a decepção... Entrei na Metodista com o curso de Relações Públicas tendo 5 estrelas e a promessa de ser o melhor, o 1º ano passou, perdi uma estrela e 2 ótimas professoras (Jocélia Mainardi e Márcia Tondato), o 2º ano mal acabou e já perdemos 2 estrelas e um professor renomado (Fábio França), e aí? Ano que vem vou perder outra estrela, outros professores e vou me formar numa Universidade que nem se importa com isso porque já tem outras 59 estrelas? Não! Eu quero minhas estrelas de volta, quero mais professores renomados e quero acreditar que o curso de Relações Públicas da Metodista é um dos melhores do Brasil!

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

TV Globo + Folha de São Paulo x Redes Sociais

Por Maira Manesco de Oliveira

Até onde vai a sua liberdade de expressão? A dos funcionários da TV Globo e do Jornal Folha de São Paulo não vai mais a lugar nenhum.
Na quinta-feira passada (10/09) a Globo divulgou um comunicado interno restringindo o uso de blogs, Twitter, Facebook e outras redes sociais pelos seus colaboradores. Segundo a coluna Radar Online, os funcionários devem agora pedir permissão [sim permissão, como se a Globo fosse mãe de crianças de 10 anos] a Globo para poder usar essas redes, e se a permissão for dada não poderão publicar nada sobre as atividades da TV, ou seja, o @huckluciano não poderá mais falar sobre o Caldeirão do Huck se a TV Globo não deixar.
 
Não sei para vocês, mas para mim chega a ser ridículo!

Bom, o Jornal Folha de São Paulo tomou medidas mais leves, não proibiu seus funcionários de ter perfis nas redes sociais, apenas pediu para que eles não tomem lado em campanhas partidárias e não publiquem furos do jornal, já que isso é reservado aos assinantes da Folha de São Paulo e do site UOL, mas que “eventualmente blogs podem fazer rápida menção para texto publicado no jornal, com remissão para a versão eletrônica da Folha".

No dia 13 de setembro, Carlos Eduardo Lins da Silva, o ombudsman da Folha levanta uma questão: “como exercer controle sobre o que ele diz de temas que não são os de que trata no jornal sem interferir na sua liberdade de expressão?” Parece que alguém pensou na tal liberdade enquanto o comunicado corria solto gerando bochicho.

Agora vamos analisar isso do ponto de vista de um Relações Públicas, no caso o meu ponto de vista.

É certo vetar alguém de ter um perfil social e falar sobre o que quiser nele? Eu acredito que não, a liberdade de expressão está acima de qualquer coisa. Depois que a Ditadura Militar acabou, ganhamos o direito de falar de tudo em qualquer lugar, inclusive meter a boca no trombone, mas claro que com respeito.

É óbvio que ninguém vai chegar no Twitter e dizer: "A empresa que trabalho é um lixo, meu salário está atrasado há 80 dias."

Até agora não entendi o que a TV Globo e a Folha de São Paulo temem, alegam que estão preocupadas com distorções negativas, mas o que tem de negativo o jornalista falar que cobriu a matéria do Sarney que vai sair no dia xx no jornal? Para mim isso atrai a compra do jonal. E quanto aos apresentadores, já assiti muito dos programas só porque soube pelo Twitter que o artista tal estaria lá.

Sinceramente, eles deveriam fazer que nem o SBT e por a produção dos programas na TwitCam, assim a gente palpita, se sente mais próximo e fica feliz de saber que se preocupam com o público e não só com a imagem.

Fonte:
http://www.comunique-se.com.br/index.asp?p=Conteudo/NewsShow.asp&p2=idnot%3d53489%26Editoria%3d8%26Op2%3d1%26Op3%3d0%26pid%3d238612%26fnt%3dfntnl&rss=on
http://www.adnews.com.br/midia.php?id=93719

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Twitcam, twitpic, twit isso, twit aquilo...

Por Caroline de Oliveira Araújo

É inegável que o twitter surgiu pra revolucionar as mídias sociais, e agora que se popularizou a coisa não parou por aí, começam a surgir novas ferramentas baseadas nessa plataforma, como transmissões online para usuários, albuns, agenda de lembretes, entre outras que eu ainda não conheci. Mas vou contar pra vocês meu mais novo vício.

Por curiosidade resolvi assistir a um broadcast, uma transmissão ao vivo que estava sendo feita pela atriz Caroline Figueiredo, a Domingas do seriado global Malhação, pelo TwitCam, onde a idéia é que você transmita imagens da sua webcam para quem quizer assistir. A princípio achei até meio bobo, pois o msn já nos dava a opção de conversar pela webcam e qualquer um poderia postar seus vídeos no youtube, mas analisando melhor simplesmente me fascinei por esse recurso.
A Twitcam dá a oportunidade de interagir em tempo real com um grande número de usuários, no caso da atriz a intenção dela era promover uma entrevista online, onde as perguntas eram enviadas pelos usuários, já que junto com o vídeos há um pequeno chat para users conversarem com todos que assistem e com quem transmite, ou seja, pela primeira vez você pode do seu quarto em Pernambuco conversar com um famoso que está no Rio Grande do Sul.
A banda Fresno, ou Beeshop pra quem preferir, aproveitou a Twitcam para divulgar seu trabalho, durante a última semana anunciaram em blogs, twitpic (serviço de albuns de imagens online semelhante ao Picasa) que fariam um twishow no dia sete de setembro passado, eu como boa fã e viciada em twitter estava assistindo a transmissão que atingiu quase sete mil espectadores de todo Brasil. Durante as quase duas horas de 'show' a banda cantou suas músicas e fez alguns covers, pedidos por quem assistia e ainda comentava algumas das frases enviadas, e mesmo com o grande número de espectadores a transmissão ocorreu limpa e sem problemas, e a banda teve a oportunidade de se aproximar dos fãs mesmo estando tão distante.
As possibilidades da twitcam surpreendem, e se outros artistas adotarem, depois da disponibilização de albuns inteiros para download pode ser que agora tenhamos shows ao vivo no conforto do nosso sofá e com aquela música escolhida por nós! Bem vindos a era Twitter!

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Twitter: Um guia prático para pessoas e organizações

Por Caroline de Oliveira Araújo

O Twitter vem ganhando cada vez mais destaque dentro das mídias sociais e o grande número de empresas que utilizam a ferramenta para interagir com seus públicos vem demonstrando a eficiência e vantagens da agilidade na transmissão de informações. Como toda ferramenta tem seu manual, Juliano Spyer criou o manual do twitter, um e-book dividido em quatro capítulos, onde apresenta tudo o que você precisa saber sobre a ferramenta, dicas e usos para organizações, perspectivas futuras e ainda traz algumas curiosidades recentes. No final ainda tras uma lista coms os twitteiros mais interessantes. Os mais antenados podem passar batido pelo primeiro capítulo, eu recomendo a leitura da explicação sobre o que é o twitter por ser bem simples e os demas capítulos. É interessante o que o autor apresenta sobre a organizações e jornalismo. O e-book conta com a colaboração de Marcelo Tas no prefácio. Com um total de 110 páginas, que mais parecem slides recheados com boas informação é uma leitura muito agradável.

Tudo que você precisa saber sobre o Twitter (você já aprendeu numa mesa de bar) - Um guia prático para pessoas e organizações. Por Juliano Spyer (@jasper)




Um outro documento que também aborda a ferramenta e seu uso para empresas pode ser conferida neste link.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

7º Comitê Aberje de Sustentabilidade

Por Caroline de Oliveira Araújo

Atualmente sustentabilidade é assunto de pauta de diversas empresas, uma vez que têm grande impacto no meio ambiente. Pensando em formas de abordar o tema, apresentar práticas adotadas e discutir o futuro, a ABERJE realizou no último dia 04 o 7º Comitê de sustentabilidade.

O encontro foi realizado no prédio da Reserva Cultural e trouxe Alexandre Alfredo, responsável pelas Relações Internacionais da GE na América Latina e Sérgio Amoroso, presidente do Grupo Orsa.

Paulo Nassar, diretor geral da ABERJE, fez uma introdução falando sobre a importância de se preocupar com o posicionamento de estratégias pensando no desenvolvimento da sociedade, citou também que cada vez mais as reuniões sobre temas abrangentes não deveriam ser feitas em mesas quadradas "onde só um paga a conta" é preciso reflexão e discussão para encontrar soluções novas e inteligentes para o mundo corporativo.

Alexandre, da GE, começou sua exposição com um breve relato sobre a empresa e ressaltando o novo posicionamento, de que atualmente mais do que 'vender geladeiras' a GE quer ser conhecida como fornecedora de soluções tecnológicas. Se voltando para o lado sustentável, Alexandre mostra os pilares da organização, baseados no "glocal" - referente ao conceito pensar globalmente agir localmente - inovação e ampliação da marca, ele traça também uma paralelo entre a "economia de ontem" focada somente em resultados com a "economia do amanhã" que busca a sustentabilidade ambiental, social e econômica. O palestrante apresentou a GE Foundation e ECOMagination, ações para sustentabilidade social e ambiental respectivamente.

Em seguida Sérgio iniciou sua apresentação, demonstrando total envolvimento com as questões de sustentabilidade, pois além de presidente do Grupo Orsa, ele também é presidende do GRAAC - Grupo de Apoio ao Adolescente e a Criança com Câncer - e membro fundador da WWF Brasil - Organização Global de Conservação da Natureza - entre outras organizações ligadas ao desenvolvimento social. Apresentou as empresas que fazem parte do Grupo Orsa e compartilhou algumas experiências na administração de projetos, relacionando com a vida de todos nós, colocando o medo como barreira para a inovação, para a implantação de novos projetos. Confira a baixo um vídeo feito pela equipe da ABERJE no evento com os presentes.


sexta-feira, 31 de julho de 2009

Vale - Cultura

Por Maira Manesco de Oliveira

“A gente não quer só comida,
A gente quer comida, diversão e arte.”


Pelo que parece finalmente os políticos brasileiros entenderam essa famosa letra da música Comida do Titãs e resolveram aplicar.
Luiz Inácio Lula da Silva, nosso presidente, assinou dia 23 de julho a mensagem do Projeto de Lei que cria o vale-cultura, e declara ser “importante que todo mundo acompanhe e possa se utilizar de um benefício que a gente está criando para que o povo brasileiro tenha acesso à cultura”.

Já o Ministro da Cultura, Juca Ferreira, diz o seguinte: ”Com exceção dos programas da TV aberta, nós não conseguimos incorporar nem 20% da população brasileira nos eventos culturais que acontecem no nosso país e o público é a parte principal de qualquer acontecimento cultural.”

A necessidade da implementação desse Projeto de Lei se deu baseada nas pesquisas realizadas pelo IBGE, que mostravam que mais de 90% da população não frequentava teatro, cinema, museu e exposição.

Explicando melhor: o vale-cultura é um cartão magnético, parecido com o vale-refeição, onde todo mês os beneficiários vão contar com R$50,00 para a compra de ingressos de cinema, teatro, museu, shows, livros, CDs e DVDs, entre outros produtos culturais. Os trabalhadores só arcarão com 10% do valor do vale-cultura e as empresas que aderirem (já que não é obrigatório) terão desconto de 1% no Imposto de Renda, se declarado com base no lucro real.

Agora, fim de julho, o Ministério da Cultura estuda aumentar o valor do vale-cultura para R$100,00, já que alguns andaram reclamando que o valor é baixo, sobre isso Lula disse: “Vamos pressionar a Receita Federal para ver se subimos esse valor para R$100,00.”

Enfim, parece que a política está mudando.

Raramente vamos ao teatro, ao planetário, ao museu, destinamos nosso dinheiro para outras coisas, mas com o vale-cultura isso pode mudar e eu espero mesmo que mude, vamos criar brasileiros mais cultos e inteligentes, por favor!

Fonte:

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Eu gosto mesmo é de falar!

Por Maira Manesco de Oliveira

Quem trabalha em empresas com certeza já ouviu falar na famosa Rádio Peão, aquele boca a boca feito pelos funcionários e que tira o sossego de qualquer um da Alta Administração, pois é, se fazemos isso dentro da empresa falando bem ou mal, fazemos muito mais no mundo fora dela, comentando sobre certos produtos com nossos amigos e familiares.

Só faltava uma coisa em meio essas dicas dadas por nós, o bom aproveitamento dela pelo setor de Marketing. Segundo uma pesquisa feita pela PQ Media o boca a boca é um dos segmentos que mais crescem, existe até uma Associação Internacional sobre o assunto, a Womma.

De acordo com a última Pesquisa de Consumidor da Nielsen Online, realizada duas vezes ao ano com 25.000 consumidores da Internet, em 50 países, sugestões de amigos e opiniões de consumidores expressas online são as formas mais confiáveis de propaganda global.

A pesquisa da Nielsen ainda mostra que 90% dos consumidores da Internet no mundo confiam nas sugestões de pessoas conhecidas, enquanto 70% confiam na opinião de consumidores expressas online ou nos sites das marcas. No Brasil cerca de 93% acreditam na opinião de conhecidos, 79% confiam nos sites das marcas e 60% nas sugestões de usuários da Web.

Mas, o que o Marketing descobriu é que se pode pagar alguém para, usando sua influência, falar bem de um produto ou serviço, divulgando-o seja através de meios analógicos ou digitais, já que a maioria dos consumidores acredita quase que piamente na opinião de outros consumidores.


Fonte:
http://linoresende.jor.br/ganhando-para-falar-bem/
http://www.ibope.com.br/calandraWeb/servlet/CalandraRedirect?temp=6&proj=PortalIBOPE&pub=T&nome=home_materia&db=caldb&docid=AF3F29AF7C17D0E8832575F40046DC72
http://www.adnews.com.br/tecnologia.php?id=91114

quarta-feira, 15 de julho de 2009

10 dicas para dar um feedback eficaz

Por Caroline de Oliveira Araújo

A prática de comunicação eficaz no ambiente organizacional é uma premissa para que a empresa alcance suas metas e consequentemente obtenha sucesso em um meio cada vez mais competitivo. Dentro desse contexto, existe o conhecido feedback - que permitirá a organização e o colaborador saberem se estão sendo realmente eficazes e, dessa forma, aprimorarem as suas performances, recurso fundamental para monitorar em que pé anda a comunicação. Devido a intangibilidade, um bom feedback não é algo tão fácil de se atingir, confira algumas dicas para serem usadas no meio organizacional e que podem tornar o feedback mais eficaz.

1 - Nunca seja genérico diante de quem receberá o feedback. É melhor ser objetivo nas suas explicações diante do profissional, pois isso não criará dúvidas ou falsas expectativas durante o processo.

2 - Para facilitar o processo de feedback liste os itens que você abordará na conversa com o colaborador.

3 - Para que o feedback não pareça uma conversa para "derrubar" o profissional, quebre o gelo e inicie sempre o diálogo com expressões amigáveis como: "Diante da minha experiência...", "Pelos anos que tenho na área...", "Seu trabalho está bom, mas acredito que pode melhorar...".

4 - Apresente sugestões de como o processo realizado pelo colaborador poderia ter tido um resultado melhor. Apenas dizer que algo não deu certo, sem comentários consistentes deixa o feedback sem sentido.

5 - Mostre que sempre estará aberto para trocar ideias, caso a pessoa tenha dificuldades para realizar determinada atividade.

6 - Observe como o ouvinte reage às suas colocações. A expressão facial do colaborador irá orientá-lo se o feedback está sendo construtivo ou apenas complicando uma situação que poderia ser contornada sem grandes "atropelos" de comunicação.

7 - Quem fala também deve estar preparado a escutar a outra parte. Uma comunicação unilateral não surte os melhores efeitos. Por isso, esteja pronto para ver o "outro lado da moeda".

8 - Lembre-se que fazer anotações, tanto para quem dá quanto para quem recebe feedback é importante. Isso porque depois da conversa nenhum fator importante correrá o risco de ser esquecido.

9 - O processo de feedback pede um local reservado, pois isso deixará quem faz parte do processo mais tranquilo. A presença de terceiros pode causar constrangimento.

10 - Se a organização não possui em sua cultura a prática do feedback é preciso que seja realizado um processo de conscientização sobre a importância do mesmo. Muitos profissionais têm reais chances de ascensão na carreira, depois que recebem feedback sobre sua atuação na empresa, pois essa é uma oportunidade para identificar os pontos fortes e os que precisam ser melhorados no colaborador.


Fonte:
Adaptado do artigo de Patrícia Bispo

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Atendimento ao cliente: do discurso à prática

Por Maira Manesco de Oliveira

Neste sábado último, (27/06/2009) fui na FAPCOM aproveitar mais uma semana de cursos gratuítos.
O mini-curso mais interessante deste sábado foi o ministrado pelo Profº Luíz Arruda, também capitão da PM -gente importante-.
Mas, vamos ao que nos interessa... primeiro ele disse que uma organização quando criativa procura uma solução para as angústias dos problemas, ou seja, de nada adianta criar coisas novas se estas não forem resolver os seus problemas antigos.
Além do mais, o mundo está em constantes mudanças, tanto na tecnologia quanto no perfil das pessoas, em especial os clientes, que hoje já sabem de seus direitos, porém na maioria das vezes não lutam por eles.
O Profº Arruda, também nos falou sobre duas diferenças básicas das empresas:
  1. Diferença competitiva objetiva: a empresa possui um produto que a concorrência não possui e o consumidor deseja.
  2. Diferença competitiva subjetiva: o concorrente oferece um produto igual ou similar, o ganho se dá pelo diferencial da organização, como por exemplo, a sua ética com o meio-ambiente.
E ainda nos passa 14 testes básicos para se ter um incrível Atendimento ao Cliente:
  1. Cumprir promessas de atendimento, ninguém é obrigado a prometer, mas se prometer deve cumprir (ele repetiu isso durante todo o seu discurso)
  2. Atendimento telefônico em até 5 segundos, pois o telefone é o primeiro e o último contato do cliente com a organização
  3. Respostas documentadas em 2 dias
  4. Espera de no máximo 5 minutos, quem recepciona deve ter sensibilidade e cortesia
  5. Atitude positiva dos funcionários, ou seja, não ser arrogante nem inferiorizar as pessoas, e vale aquela regra: Não discuta por besteiras!
  6. Comunicação pró-ativa, chegar no cliente antes que seja tarde demais
  7. Sinceridade e franqueza
  8. Confiabilidade
  9. Reparação rápida - recall
  10. Conhecer a empresa em geral, todos os funcionários devem saber porque estão lá
  11. Domínio da frente de atendimento, quem lida diretamento com o público pode ter uma certa autonomia
  12. Pequenos extras: chamar as pessoas pelo nome, dar canetinha, cheveirinho, coisas que custam pouco para a empresa, mas muito para a sua imagem
  13. Aparência imaculada
  14. Porém, vale lembrar que inovar não é confortável, mas é preciso.
Hoje em dia, ele comenta, que os 4 P's de Marketing (Produto, Preço, Promoção e Praça) mudaram um pouco como Cristol e Sealey dizem em "Simplycity Marketing", passaram a ser os 4 R's - Replace (recolocar), Repackage (reempacotar), Repositioning (reposição) e Replenish (tornar pleno).
Ao final do mini-curso o Profº Luíz Arruda cita uma frase que devemos levar conosco para todos os lugares:
"Eu ainda não descobri a fórmula de acertar sempre, mas a fórmula de errar é tentar agradar a todos." Kennedy

E o seu dicurso chega ao fim, me dando uma nova visão de algumas coisas fáceis a serem mudadas até mesmo em mim que ainda não trabalho, mas lido com pessoas (mãe, pai, namorado, amigos) todos os dias, pois se algumas dicas são importantes para as pessoas enquanto clientes, também deve ser importante enquanto pessoas comuns.

terça-feira, 16 de junho de 2009

A Escola de Montreal

Por Caroline de Oliveira Araújo e
Maira Manesco de Oliveira

Falando de Comunicação Organizacional é preciso citar os estudos da Escola de Montreal, que vem tendo constantes evoluções ao longo dos últimos 30 anos. A Escola de Montreal se volta as emergências das organizações pela comunicação, traz uma nova perspectiva sobre o assunto tendo como principais características: estudar as organizações através da comunicação, abordagem interpretativa da Comunicação Organizacional, envolve processos de interação e organização social e tem como grande importância as conversações e trocas de informações. O principal teórico por trás dessa abordagem é James Renwich Taylor, da Universidade de Montreal, no Canadá.

Para a Escola de Montreal a interação entre as pessoas acontece através da comunicação, e portanto é na conversação que a ação de organizar acontece. Porém, não acreditam que comunicação é apenas transmissão de informação, essa é construída de forma interativa.
Um dos princípios da Escola de Montreal, é que a unidade miníma da comunicação e da organização se fundamenta na co-orientação, representada por A, B e X, onde A e B são atores sociais e X o objetivo deles. Os atores estão co-orientados para um objetivo em comum, é somente através da interação que os atores conseguem chegar ao seu objetivo, a relação entre estas partes colaboram tanto para o objetivo como para criação da identidade do objeto. A Escola de Montreal acredita que quando há uma comunicação os atores que participam dela interpretam as informações e saem dela com uma nova visão do fato, é uma junção de informações que ao fim se transforma em outra informação.
Na co-orientação os agentes podem ser individuais ou coletivos, a comunicação é fractal, ou seja se repete em várias escalas, e tendem a imbricação, isto é, sobreposição que pode ser ilustrada pela disposição de telhas em um telhado. Problemas na imbricação surgem quando os atores têm pontos de vista diferentes, e aí ocorre uma falha na co-orientação.
As organizações são vistas como construções plurais instituídas nas práticas cotidianas de seus membros, onde a percepção desses influencia na criação da cultura organizacional, ou seja comunicação é organização e organização é comunicação.
Outra abordagem da Escola de Montreal é o modelo texto-conversações, que é representado por um processo contínuo em que textos viram conversações e conversações se transformam em textos. Onde textos representam a organização formal e conversações a informal.
No Brasil, diferente da América do Norte, essa teoria ainda é rara, ao invés das organizações serem analisadas através da sua comunicação, elas são analisada através de seus processos administrativos, da gestão. Taylor acredita que não exista um modelo internacional para a Comunicação Organizacional, cada país cria o seu modelo de acordo com a sua cultura.

"A Comunicação Organizacional refere-se ao estudo de como as pessoas se organizam por meio da comunicação e como, dialeticamente, a comunicação faz com que as pessoas se organizem naturalmente." James R. Taylor

Nos slides abaixo podemos ver alguns pontos chaves da Escola de Montreal:
Vale ressaltar que a Comunicação Organizacional é uma ciência híbrida.



Fontes:
CASALI, A. M. Estudos de Jornalismo e Relações Públicas. Comunicação organizacional: uma ciência híbrida. p. 9-15.
CASALI, A. M. Estudos de Jornalismo e Relações Públicas. Comunicação organizacional: uma introdução à perspectiva da "Escola de Montreal". p. 28-40.
http://www.slideshare.net/ALevy/as-idias-da-escola-de-montreal-comunicao
http://acompasso.blogspot.com/2009/05/o-pensamento-da-escola-de-montreal.html

sábado, 13 de junho de 2009

Staff Care

Por Maira Manesco de Oliveira

Diante desse mundo globalizado ao qual fazemos parte, as organizações vem elevando os cuidados com os funcionários, pois motivá-los e agradá-los se tornou fundamental para o crescimento da organização. A comunicação vem desde mural, jornais e revistas impressos até a tão importante comunicação face a face, mas isso tudo não importa se a transparência não acontecer. O funcionário deve ser o primeiro a ser informado sobre qualquer mudança na empresa.

Essa comunicação com o público interno pode ser vista como uma estratégia, pois os funcionários motivados vão se sentir parte integrante da organização (como as empresas dizem: 'somos uma família'), fazendo além do seu trabalho específico, a boa divulgação da onde trabalham.

"Colaboradores bem informados se sentem mais motivados e comprometidos com o negócio." (Jean-François Hue apud Gleise de Castro)

Hoje, partindo do conceito de Comunicação Integrada, feito por Kunsh, a Comunicação Interna não pode ser vista separadamente do processo, já que se pede um equilibrío de comunicação com os stakeholders*.

Deve-se dar muito valor à cultura da empresa na hora de se fazer a Comunicação Interna, pois ela tem que ser entendida tanto pelo chão de fábrica quanto pela alta administração, de nada adianta fazer, por exemplo, uma revista em papel couchê que os subordinados mais baixos não acharam interessante, terão até 'medo' de sujar algo que está tão bonito, por isso na hora de se fazer a Comunicação Interna, temos que pensar em todos os detalhes e ter bom senso.

Para finalizar lembre-se sempre: "O sucesso de uma empresa depende da capacidade que as pessoas têm de se comunicar e relacionar internamente." (Luís Alcubierre apud Gleise de Castro)


*stakeholders: colaboradores, exemplo: funcionários, acionistas, consumidores.

Fonte:
Comunicação Corporativa. TIME MOTIVADO LEVANTA A TORCIDA. Outubro 2008. p. 48-50.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

A importância da competência, transparência e ética

Por Caio Cesar Almeida Burato
 
Iniciando então, a nova fase do MakeCom, inicio os posts com um assunto muito importante, principalmente para profissionais de comunicação, habituados a lidar com diversos meios de comunicação e ferramentas para entrar em contato com os colaboradores.
Você sabe o que é, de fato, plágio?
Plágio significa copiar, imitar (obra alheia), apresentar como seu o trabalho intelectual de outra pessoa. Reproduzir apenas partes de um texto, sem citar sua fonte é plágio.
Se houver citação, porém incompleta, representa apenas uma irregularidade, um descumprimento das normas de citações e referências bibliograficas. A Lei de Direitos Autorais 9.610/98 estabelece que reproduzir integralmente um texto, mesmo indicando a fonte, mas sem
a autorização do autor, pode constituir crime de violação de direitos autorais.
Sem a necessidade de mencionar nomes ou o fato em si, algo inesperado e bastante infeliz aconteceu durante esse semestre. Sem saber ainda se haverá consequências (espero que sim), gostaria apenas de reforçar o quanto ruim é a prática do plágio. Primeiro porque a pessoa em si, apenas reproduz algo que outra pessoa fez, ou seja, renega completamente o papel de comunicador com consciência e atitude crítica, e, além disso, utiliza o pensamento de outra pessoa como se fosse seu, o que não é apenas triste mas também um crime. Vale ressaltar que não adianta depois de semanas colocar a citação ou a fonte abaixo do texto, agindo como se apenas tivesse esquecido, esta deve ser feita quando o texto for publicado.
Espero realmente que esse tipo de "acidente" não aconteça mais, pois é algo completamente desnecessário e infeliz.
Termino esse post com dois parágrafos de Gabriel Perissé, que diz:
"Originalidade é o que se faz novo aos nossos olhos, com novas coerências, novo atrativo. Uma pessoa original é aquela que está sempre nos surpreendendo pelo fato de ser uma pessoa. Uma pessoa original é aquela que traz a marca da evolução contínua, da insatisfação consigo mesma, e da busca de maneiras novas de dizer o que todos já sabiam. Mas o paradoxal nessa história toda (e até o absurdo, à primeira vista) é que a arte de ser original, e, concretamente, de escrever de maneira original, consiste na capacidade de repetir o que alguém já disse, de renovar o que alguém já pensou, já expressou, e fazê-lo de uma forma reconhecidamente inédita."
Viu? Não é tão difícil fazer uma menção à algo já escrito anteriormente. (Fica a dica!)
Para quem esperava um assunto mais interessante e menos básico, respondo que meu próximo post já será sobre um assunto bem legal. Peço desculpas a todos pelo desabafo.

Fontes:

domingo, 7 de junho de 2009

E para finalizar...

Por Agência The Who Company

Pois é, esse é o último post do nosso blog acadêmico, snif snif.
Podemos resumir alguns de nossos pensamentos durante o blog assim:
  • quando a Profa. Cláudia passou o que deveria ser feito: 'Certeza que é o trabalho mais fácil que a gente já fez.'
  • o primeiro post: 'Nossa, que difícil, não tenho a menor ideia do que escrever.'
  • posts seguintes: 'Não quero parar com isso nunca mais, é muito bom poder escrever e conhecer mais sobre o que eu quiser.'
  • fim: 'Sem dúvida foi o trabalho mais gratificante de todos!'
E como todo trabalho acadêmico, este também tem suas conclusões finais, então vamos a elas.

"Como estudante de Relações Públicas, simplesmente apaixonado por escrever, amei fazer o blog. Ainda mais, escrevendo sobre comunicação. Meus posts foram muito bem recebidos, e também, muito divulgados (twitter, orkut, boca-a-boca), pois eu queria saber como as pessoas estavam recebendo e pensando sobre o que eu estava escrevendo. O resultado foi muito bom: Espontâneamente, pessoas acabaram encontrando o blog e comentando em meus posts, e fiquei muito feliz por cada um deles ter elogiado, pedido mais informações, etc. Encontrar temas interessantes não foi tão difícil, e o melhor foi conhecer mais a fundo assuntos que outras pessoas postavam e treinar minha visão e a profundidade do meu conhecimento com relação a um tema escolhido. De maneira geral, gostei realmente de fazer o blog e já temos planos de continuar a escrever (com menor periodicidade). Fiquei feliz e satisfeito por ver o resultado!

"Para mim o blog foi uma ótima experiência, com ele pude falar sobre meus temas preferidos e aprender mais sobre eles e também lendo os outros posts pude aprender mais sobre vários temas que não conhecia a fundo. A dificuldade que encontrei primeiramente foi de achar um tema interessante, logo depois a dificuldade passou a ser a de escrever sucintamente sobre temas quando havia tanto a se dito.”

"Eu achei que no começo ia ser um pé, pois pensei que seria difícil encontrar temas interessantes sem fazer meras reproduções, mas depois do primeiro post foi legal, serviu como um canal de estímulo para conhecer mais sobre a comunicação abordando temas que nós tinhamos curiosidade e que não era discutido em sala. No meu caso acho que a maior dificuldade foi querer usar o tema pequenas empresas nos posts pois há pouquíssimo material sobre isso na Internet então era dificil conseguir embasamento para o que eu queria discutir, mas isso apenas me deixou mais afim de pesquisar sobre isso para servir de referência para outras pessoas. Acho importante pois além da questão acadêmica é uma chance de sermos vistos como profissionais, como colabores de material sobre Comunicação Organicional. Sobre o reconhecimento, não divulguei meus posts então não tenho comentários quanto a isso, para mim o Rodrigo Cogo ter curtido, já é mais do que reconhecimento... Achei muito legal fazer e quero continuar."

"Confesso que logo no início eu não gostei muito da idéia do blog, mesmo porque eu já havia tentado fazer posts no meu blog, que hoje está abandonado, e não dava certo, pois os posts eram mais relacionados a minha vida. E comparando todos os trabalho que tivemos, eu pude perceber que esse trabalho foi um dos mais interessantes, pois você tem uma certa liberdade para escrever sobre assuntos atuais relacionados a nossa área. Bom, referente ao grupo, pelo menos para mim, esse trabalho foi bem tranquilo e nos saímos super bem, não houve conflitos e nem discussões sobre temas e posts feitos. Me surpreendeu o sucesso que o blog fez, e eu estou muito feliz, por mais um trabalho bem feito."

"O blog foi um dos trabalhos que eu mais gostei de fazer, pois pesquisamos muito sobre Comunicação Corporativa e ao escrever cada post, podemos usar uma linguagem jovem, o que nos deu mais liberdade para expor nossas idéias. Não acho que tive dificuldades, mas acho que esse trabalho exigiu muito cuidado, pois precisávamos pesquisar muito, sobre muitos assuntos diferentes e por estar disponível em rede, não podíamos escrever sem ter absoluta certeza das fontes. Aprendi muito sobre Comunicação Corporativa e isso só confirmou que escolhi a profissão certa. Muitas pessoas elogiaram o nosso blog e eu achei gratificante o resultado."

"Gostei de fazer o blog, foi um dos trabalhos que mais gostei de fazer e me envolvi mais! Preciso confessar que me senti muito quando o Rodrigo Cogo comentou o meu post, me senti uma super Relações Públicas! Foi importante, pois tive que ler mais e pesquisar mais sobre assuntos que antes não tinha muito interesse! Agora sei a importância que um blog tem e o quanto eu aprendi de novo!"

"Eu me supreendi muito com o resultado do blog, adorei fazer, amei falar de tudo o que eu queria. Quando li o primeiro comentário em menos de uma semana de blog, quase infartei e quando começamos a receber emails pedindo para falarmos disso ou daquilo, morri. :) Foi super interessante poder utilizar linguagem simples para falar de coisas que por vezes parece tão complicada. Estou muito empolgada com o blog e muito feliz por ter feito. E claro, quero muito continuar."


É isso, mas um trabalho excelente (pelo menos ao nosso ver) que chegou ao fim. Mas, continuaremos fazendo o MakeCom funcionar, não mais como um blog acadêmico, nem tão diariamente, continuaremos falando do que nos interessa e do que interessa a vocês também.
Até a próxima fase do MakeCom!

A Agência de Comunicação, The Who Company, é formada por sete alunos estudantes do 3º semestre de Relações Públicas da Universidade Metodista de São Paulo.

sábado, 6 de junho de 2009

Endomarketing e Comunicação Interna

Por Joyce de Almeida Tomaz

Comunicação Interna é o setor da empresa responsável pela interação da empresa com seus funcionários. Cuida de treinamentos, qualificar seus profissionais, motiva-los. Essas ações servem para criar um relacionamento com a organização e consequentemente melhorar o desempenho da equipe.

Em muitos casos, é responsabilidade do departamento de Recursos Humanos, mas estudiosos (e eu concordo) repetem que a Comunicação Interna é responsabilidade de toda a organização.

Endomarketing são ações de Marketing voltadas para a satisfação do público interno. É uma ferramenta de ligação entre clientes, produto e o funcionário. O objetivo é tornar o público interno consumidor de seus produtos.

Muitos confundem os dois conceitos, justamente por lidar com o mesmo público: o interno.

Comunicação Interna pode utilizar recursos de Endomarketing para atingir seus objetivos, visto que o resultado final esperado é a satisfação do consumidor.

Eu fiz comentários sobre o esclarecimento dos conceitos, que muitos confundem, mas é muito importante frisar a importância das duas áreas no meio corporativo.

Já sabemos que as pessoas são a base de uma organização e que se não existir um elo, uma cumplicidade entre elas e a empresa, o resultado nunca será satisfatório.

Eu gosto muito do assunto, escolhi a profissão de Relações Públicas por isso e quero me especializar nessa área. Acredito que devemos investir muito em talentos. Os profissionais precisam compreender o sentido daquilo que estão envolvidos. Em todas as áreas, não importa o cargo desempenhado.

Além disso, funcionários são por excelência os primeiros porta-vozes da empresa, se eles falarem bem da organização que trabalham e de forma espontânea, será uma propaganda que vai ter uma grande influência em outros grupos.

Por isso, a Comunicação Interna e o Endomarketing são diferentes, mas se realizados de forma eficiente atingem um mesmo resultado: a satisfação de um dos mais valiosos bens que uma organização tem, seus colaboradores.

Joyce, 25 anos, é estudante do 3º semestre de Relações Públicas da Universidade Metodista de São Paulo. Estagiária na área de Marketing do Frigorífico Marba.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

O Gerenciamento de Crise da AirFrance

Por Juliana Ferreira Sousa

O pesadelo começou no último domingo (31/05/2009) para a empresa aérea AirFrance, o vôo AF 447 decolou por volta das 19h do aeroporto do Galeão (Tom Jobim) e deveria pousar no aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, por volta das 11h local (6h de Brasília). Em nota, a empresa afirma que a aeronave "cruzou uma zona com forte turbulência" por volta das 23h (horário de Brasília) e enviou alerta automático sobre problemas no circuito elétrico às 23h14. O avião carregava 228 pessoas, sendo 12 tripulantes e 216 passageiros (82 mulheres, 126 homens, sete crianças e um bebê).
Para a equipe de Comunicação da Air France o pior chegou na segunda-feira: a queda da aeronave e a morte dos passageiros. O primeiro comunicado da AirFrance saiu na metade da manhã: A AirFrance lamenta informar que se encontra sem notícias do vôo AF 447 que efetuava a ligação entre Rio de Janeiro e Paris, Charles de Gaulle, com chegada prevista às 11h15 (hora local). O vôo decolou do Rio no dia 31 de maio às 19h locais. AirFrance divide a emoção e a inquietação das famílias envolvidas. Os familiares serão recebidos num local especialmente reservado no aeroporto de Paris, Charles de Gaulle II, assim como no do Galeão. Junto com esse comunicado a AirFrance disponibilizou números 0800 para informações sobre os passageiros.
Às 16h da segunda-feira o presidente da AirFrance, Jean-Cyril Spinetta, deu uma entrevista coletiva, reconhecendo o desaparecimento do avião, não divulgou o nome dos passageiros, limitando-se a dizer que a empresa continua procurando informações sobre o desaparecimento. Na manhã de quarta-feira a lista só foi divulgada depois que os familiares foram comunicados.
A luta para encontrar os destroços do avião e vitímas não param, a Força Aérea Brasileira (FAB) confirmou que foram identificados pontos com destroços junto à zona onde desapareceu o AirFrance e uma mancha de óleo com 20 quilômetros de extensão. O coronel Jorge Amaral das Relações Públicas da Aeronáutica afirmou em Conferência de Imprensa que a aeronave R99 localizou uma peça metálica de sete metros de diâmetro e 10 objetos metálicos espalhados numa área circular com um raio de cinco quilômetros. Segundo o porta-voz da aeronáutica, as equipes de busca vão percorrer cada ponto identificado para “obterem mais informações sobre os objetos detectados”.

O Gerenciamento de Crises é feito antes mesmo que a tragédia aconteça, é necessário um planejamento. Como aconteceu com a AirFrance, uma empresa nunca sabe como e quando uma tragédia pode acontecer. Então para prevenir é imprescindível identificar as atividades e características que podem desencadear uma situação negativa; elaborar planos de contingências de acordo com as necessidades e valores da organização; treinar os executivos para lidar com diversos públicos antes, durante e após uma crise; acompanhar a evolução das ações e estratégia por meio da auditoria de imagem e auditoria de opinião.
A AirFrance demonstrou equilíbrio, pois primeiro informou aos familiares os nomes dos passageiros, reservou um local no aeroporto de Paris Charles de Gaulle II, assim como Galeão para recebê-los e ainda disponibilizou um SAC para informações sobre o acidente.
Em momentos de crise é indispensável que os porta-vozes saibam lidar com ética e transparência para evitar os ruídos da mídia e da imprensa.

http://www.s2.com.br/produtos/crise.asp
http://quiosque.aeiou.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ae.stories/18742

Juliana, 20 anos, é estudante do 3º semestre de Relações Públicas da Universidade Metodista de São Paulo e trabalha em uma empresa de Call Center.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

E-commerce!

Por Isabela de Freitas Muniz

O comércio eletrônico ou se preferir o e-commerce, é um ramo de atividade econômica que visa à transição comercial de eletrônicos via Internet. Para entender melhor, o e-commerce surgi em meados dos anos 90, um tempo depois do surgimento da Web, mas é só em 1995 que o comercio on-line “vem” para o Brasil. No início, essa transação era realizada apenas com produtos como CD’s e livros, mas com o avanço da tecnologia surgem novas tendências para a comercialização on-line. O e-commerce existe em diversas modalidades de negócios, entre elas temos: B2B (Business-to-Business), B2C (Business-to-Consumer) e G2B (Government-to-Business). Hoje o e-commerce atua como um canal complementar às estratégias de Mix de Marketing das organizações.

O e-commerce vem crescendo cada vez mais nos últimos oito anos, o número de internautas também, e quanto mais pessoas on-line mais o número de vendas pela Internet. Só para você ter uma noção, no primeiro semestre de 2008 foram efetuados 11 milhões de pedidos, e esse número só tende a crescer. Veja no gráfico a baixo o crescimento do mercado de 2001 á 2007:


Para finalizar a Ciashop, uma das pioneiras no mercado on-line, disponibilizou uma lista de fatores que favorecem o crescimento do e-commerce.
Fatores que favorecem o crescimento deste mercado:
-Facilidade de acesso à internet
-Preços de produtos mais acessíveis
-Pesquisa por produtos fácil e rápida
-Funcionamento 24 horas por dia
-Economia favorável
-Velocidade nas transações
-Menor custo que uma loja física
-Venda direta (sem distribuidor)
-Incentivos fiscais em alguns estados
-Menor risco de inadimplência
-Visibilidade da marca a nível mundial
-Serviços personalizados

Site da Ciashop: www.ciashop.com.br

Isabela, 18 anos, é estudante do 3º semestre de Relações Públicas da Universidade Metodista de São Paulo.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

O plano de Comunicação

Por Caroline de Oliveira Araújo

O plano de comunicação é tão fundamental quanto o planejamento estratégico de uma empresa, através dele é possível definir a postura e identidade organizacional, uma vez que todas as ações promovidas tem um fio condutor pensado em sintonia com os objetivos da empresa.

Dentre as bases para a elaboração de um bom plano de comunicação é importente responder a duas perguntas: "Eu conheço o produto que eu vou vender?" e "Qual o meu público-alvo?".

A partir disso começa o trabalho de posicionamento, conhecido através da Missão, Visão, Valores e Metas, tendo estes pontos claros todas as ações desenvolvidas terão a essência da organização evitando disperção e confusão por parte dos stakeholders.

Após, é preciso definir o foco do planejamento para a área interna e externa da organização é só a partir de então que se começa a pensar em quais ferramentas de comunicação iremos utilizar (newsltters, cartazes, redes sociais, etc).

Antes de partir para o operacional é preciso pensar no tempo de obsolescência, qual o período até que aquele plano criado seja modificado para se alinhar as novas necessidades da organização, este deve ser pensado a longo prazo, algo em torno de 3 anos. É preciso também definir datas e etapas para o planejamento, a fim de facilitar a mensuração de resultados durante a aplicação do mesmo.

Só então damos início a um esboço com as ações a serem usadas, pensando nas estratégias de comunicação, em sua periodicidade apartir dos focos decididos atentado a sua conformidade com o posicionamento da empresa (missão, visão...) se sim é chegado o momento de planejar o operacional pensando em custos e possibilidades.

Dentre as ações podemos destacar a importância do investimento em Material Institucional, pois são os canais de apresentação da organização, tendo este material bem elaborado os clientes podem facilmente conhecer a empresa, inserindo positivamente a marca no consciente do público alvo.

Alguns modelos interessantes podem ser conferidos nos links abaixo:
http://www.rn.gov.br/contentproducao/aplicacao/searh_pnage/arquivos/reuniao_ctc_rj/apresentacoes/plano_comunicacao_pnage.pdf
http://www.aberje.com.br/novo/monografias/diogo_plano.pdf


Fontes:
http://www.administradores.com.br/artigos/aiesec_como_pensar_um_plano_de_comunicacao_para_uma_ong/29177/

http://www.brandme.com.br/mix-comunicacao/


Caroline, 19 anos, é formada em WebDesign pela ETEC Ribeirão Pires e estudante do 3º semestre de Relações Públicas da Universidade Metodista de São Paulo. Atualmente trabalha como WebDesigner em uma pequena empresa do setor gráfico.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Os benefícios dos Eventos para a Comunicação Institucional

Por Camila de Oliveira Siqueira

Uma estratégia muito utilizada pela área de comunicação são os eventos, esses são essenciais para uma organização que quer uma ligação direta com seus públicos, a primeira empresa usar sua marca em um evento foi o Free Jazz em 1985, depois disso, foi em 2003 que mais organizações começaram a usar dessa estratégia.
Falarei agora sobre os 3 tipos de eventos mais utilizados e seus benefícios:

Eventos com foco na interação com o consumidor: Eventos como Tim Festival, Coca Cola Zone, Nokia Trends, Skol Beats, Skol Rock, Itaipava Festival , que são voltados para os consumidores, geram um grande retorno para a organização, nesses casos citados que tem um público consumidor em sua maioria jovem, garantem as empresas, a oportunidade de fidelizar esse tipo de público que geralmente é muito difícil de ser fidelizado, pois são muito abertos à mudanças de opiniões e novas experiências, também é gerado a oportunidade de conhecer e observar de perto as preferências e retornos do consumidor, pois o mesmo interage diretamente com a organização.

Eventos com foco em interação com a comunidade: Esse tipo de evento que também é muito interessante ser utilizado pelas organizações, são eventos como o “ Portas abertas” ou outros eventos que aproximem a organização e a comunidade, com eles a organização tem a oportunidade de mostrar para a comunidade sua marca, história e trabalho, assim como suas ações positivas que trazem benefícios a ela, nesse tipo de evento a organização também tem a oportunidade de analisar quais são as expectativas que a comunidade tem em relação a organização, podendo assim melhorar continuamente seu trabalho de integração com esse público.

Eventos com foco na interação com o público interno: Esse tipo de evento é feito na maioria das vezes em datas comemorativas sendo elas da organização ou não, com ele a organização pode interagir mais com os funcionários, acionistas e etc, geralmente em um âmbito mais descontraído, mostrando assim para os públicos internos que a organização não tem somente interesse no trabalho prestado pelo funcionário e sim no seu bem estar como um todo.

Como podemos observar que os eventos trazem muitos benefícios para a organização que sabe utilizar bem esse método, para garantir que esse tipo de estratégia seja bem utilizada é uma boa solução colocar a responsabilidade dela nas mãos de um Relações Públicas, pois a maior atribuição a “nós”, profissionais dessa área, é a capacidade de planejamento, ponto esse que é fundamental para o bom desenvolvimento de um evento.

Camila, 19 anos, é estudante do 3º semestre de Relações Públicas da Universidade Metodista de São Paulo.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Palestra sobre Comunicação Corporativa

Por Caio Cesar Almeida Burato
 
Na última sexta-feira, 29, tivemos a oportunidade de prestigiar um grande evento em nossa Universidade. Palestrando sobre Comunicação Corporativa, tivemos o grande prazer em ouvir o Ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge e o Presidente da BASF (América Latina), Dr. Rolf-Dieter Acker, de descendência alemã.
Ambos com discursos muito bem preparados, slides e bastante vontade em nos passar informações úteis, foram algumas horas de conhecimento muito valiosas. O ministro mencionou, durante seu discurso ao nosso professor João Evangelista Teixeira, JET, que não gostaria de ser chamado de ministro, e sim de jornalista; portanto, farei o mesmo nesse texto.
O Jornalista Miguel Jorge mencionou, inicialmente, estar surpreso e maravilhado com o número de estudantes que estavam na palestra e com o nível de interesse dos mesmos; disse também que esperava não mais de 40 pessoas.

O Presidente da Basf, Dr. Rolf-Dieter Acker inclusive, segundo o JET, foi o primeiro Relações Públicas a tornar-se presidente de uma grande companhia.

Durante a palestra, foram realizados dois discursos separados, um do jornalista Miguel Jorge e outro do Dr. Rolf-Dieter Acker. O discurso do Sr. Miguel foi bastante longo, mas não cansativo. Ele conseguiu nos passar uma abordagem bem prática e atual da Comunicação Corporativa, com exemplos e algumas estratégias para superar barreiras e alguns problemas.

O Dr. Rolf-Dieter Acker no entanto, não tinha um português muito bom, e discursou, basicamente, sobre a importância da comunicação nas organizações. Infelizmente, com algumas informações superficiais, não conseguiu atingir o mesmo nível do jornalista, que se ateve a detalhes e exemplos. Mas, mesmo assim, o discurso do presidente da Basf foi bastante conciso e íntegro.
Após os discursos, tivemos uma fase de perguntas e respostas, em que o jornalista também saiu melhor que o Relações Públicas (infelizmente). Acredito que a mais importante delas, foi a resposta que o Sr. Miguel Jorge deu a uma colaboradora do grupo Volkswagen de Caminhões e Ônibus, infelizmente, já não me recordo bem da pergunta, mas sua resposta foi que "para superar problemas e conseguir definir e traçar estratégias, é necessário, de fato, se ater a detalhes, e saber tudo sobre a empresa, desde os funcionários, detalhes dos veículos e, até mesmo, dirigir o veículo, ter a experiência prática".

A palestra, em geral, foi muito importante, agregou bastante e me arrependeria muito de tê-la perdido. Como disse o JET, foi uma oportunidade única (inclusive, na aula de Comunicação Organizacional, a professora Claúdia Nociolini mencionou que uma palestra dessa magnitude custaria no mercado, por volta de R$ 1500,00). Cabe aqui, mencionar a qualidade do ensino da Metodista e a incansável busca pelo aprimoramento de nosso ensino. (Antes de entrar na faculdade, eu tinha muito medo do ensino particular acadêmico, mas hoje tenho a certeza de que a Metodista e, principalmente, o curso de Relações Públicas tem muita qualidade; apesar de, claro, também ter seus problemas).

Agora, encerro o assunto sobre a palestra e, escrevo sobre algumas literaturas já utilizadas por nós (comunicadores) durante o curso ou profissionalmente. (Para quem ainda não sabe, essa semana, mais precisamente na quarta-feira, fui admitido como estagiário em uma Agência de Comunicação. Lá, já me forneceram grande literatura sobre a profissão. Por isso, aproveito para descrevê-la aqui também). São basicamente resumos sobre os principais livros em que nos baseamos para criar nossa "identidade comunicativa". Vale ressaltar, que essa é a visão da minha chefe, que é uma grande estudiosa de comunicação, Maristela Mafei, (sem querer puxar o saco da chefe na primeira semana) e ela descreve essa literatura no livro "Assessoria de imprensa: Como se relacionar com a mídia."

KUNSCH, Margarida Maria Krohling. Planejamento de relações públicas na comunicação integrada. 4° ed. São Paulo: Summus, 2003.
O livro é um compilado interessante de teoria na Comunicação Organizacional. A tônica que perpassa vários capítulos é a da necessária integração entre as atividades de comunicação que, na opinião da autora, devem ser comandadas por um profissional de Relações Públicas. Os trechos que abordam o trabalho de assessoria de imprensa, no entanto, são bastante curtos e não chegam a dar indicações sobre a prática. A leitura é indicada para quem quiser acompanhar o paradigma dominante na atualidade no campo das Relações Públicas.


SIMÕES, Roberto Porto. Relações Públicas: função política. 5° ed. São Paulo: Summus, 1995.
Essa é uma obra densa, com conceitos teóricos bastante fundamentados. Simões apresenta nesse livro o resultado de uma pesquisa bibliográfica para explicar a origem da atividade de Relações Públicas, o arcabouço acadêmico que a sustenta, seus principais objetos, e conclui com uma extensa lista de instrumentos utilizados nessa profissão, cada um com seu uso devidamente contextualizado. O interessante é ver como se sustenta, no argumento do autor, a defesa da importância estratégica das Relações Públicas nas Organizações.


LESLY, Philip. Os fundamentos de Relações Públicas e da comunicação. São Paulo: Pioneira. 1995.
Lesly é quase um "Papa" das Relações Públicas no mundo. Já escreveu livros que se tornaram guias práticos para o profissional. E esse é mais um desses. Escrito de maneira a quase oferecer um passo-a-passo para a atividade de comunicação, como prevenção e gerenciamento de crise. Sua tese principal é a de que caiu por terra o conceito de comunicação como transmissão de decisões. Em seu lugar, prevalece a concepção de uma atividade responsável por fazer com que as coisas aconteçam dentro de uma organização, à medida que ajusta e diferencia os diferentes públicos para que determinadas atitudes sejam tomadas. São especialmente ricos os apêndices apresentados ao final do livro. Entre eles, encontram-se um guia de fontes e referências (de obras bibliográficas, de empresas, associações, etc) e um extenso glossário com os principais termos técnicos da profissão. Trata-se de um livro para manter sobre a mesa de trabalho e ser consultado a qualquer momento.

Estes são alguns dos principais exemplos, mas pretendo continuar a descrever as outras tão importantes literaturas. Ressalto novamente, que esta é a visão de Maristela Mafei que é sócia e diretora do Grupo Máquina, Agência de Comunicação. Formada em jornalismo pela PUC, foi repórter da Folha de S. Paulo e editora da revista Globo Rural. Trabalhou também no Departamento de Pesquisas da Rede Globo e atuou como produtora na rádio e na televisão Cultura. Por isso, achei importante escrever essa visão atual da literatura que utilizamos para fundamentar nosso "arcabouço teórico".

Caio é estudante do 3º semestre de Relações Públicas da Universidade Metodista de São Paulo.