quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Blog Novo!

Por The Who Company

Queridos leitores,
durante um mês o blog MakeCom ficará um pouco parado, pois estamos com um blog novo e acadêmico, lá vocês poderam conhecer melhor o mundo das Relações Públicas e se surpreender com ela.
Visitem: Blog The Who Company

Obrigada, esperamos vocês em 30 dias.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Relações Públicas volte a brilhar!


Por Maira Manesco de Oliveira
 
A postagem de hoje não tem muito haver com o foco do blog, é mais um desabafo, uma revolta, uma CAMPANHA!

Ano passado ingressei no curso de Relações Públicas da Universidade Metodista de São Paulo. Na primeira semana, tudo novo, tudo legal, tudo era trote e palestras de inserção. Na segunda semana, fomos para as efetivas aulas e salas, aí tudo mudou -drasticamente- o que tinha sido prometido pela Universidade não estava sendo cumprido, 120 alunos por sala ao invés de 80, isso gerava desconforto, já que ninguém ficava quieto e era impossível aprender algo nas aulas. Recebemos a proposta de separar a sala, o que não foi muito longe, a maioria estava mais disposta em conversar, fazer ‘networking’ e beber, sabe como é a liberdade dos 18 anos, né?!

Chegou o II semestre, aí começaram as decepções... fiquei sabendo que uma das nossas melhores professoras tinha abandonado o magistério por nossa causa e que o curso de Relações Públicas da Metodistas, segundo o Guia do Estudante tinha caído de 5 para 4 estrelas. Bom, tudo bem, ainda tínhamos 04 estrelinhas brilhando.
 
No III semestre, já em 2009, mais uma professora abandona a Metodista -pelo menos dessa vez a culpa não foi nossa-, juro que ela era A melhor dando aulas de Pesquisa. Sobre o semestre vale ressaltar que graças a lotação das salas tínhamos aulas em auditórios.

Agora, cá estou no IV semestre... o que mudou de lá para cá? NADA! Neca de pitibiriba. Pois é, a sala continua lotada (não tanto quanto antes, agora só tem 96 alunos), os professores ainda nos detestam, ah! uma coisa mudou, agora só temos 3 estrelas. Não deixei isso por menos, fiz campanha no Twitter, vai que alguém via e me apoiava, né?! O FALAÇÃO apoiou:


Mas, o que eu queria mesmo era entender quais os critérios que o Guia do Estudante usa para dar e tirar nossas amadas estrelinhas. E também queria muito entender por que a Metodista usa essas estrelas como Marketing se nem todos os cursos são estrelados e os que são nem todos tem 5 estrelas. Além do mais, se é para usar a avaliação do Guia do Estudante como convite à novos alunos, que tal querer saber o motivo de perder estrelas e o critério usado para receber as estrelas?!

   Segue meu depoimento para o jornal na íntegra:

Bom, a Campanha: Eu quero minhas estrelas de volta! #RP5estrelasnow!, surgiu logo depois de eu receber um email da Metodista se glorificando por ter 62 estrelas, e eu feliz fui lá ver quantas estrelas meu curso estava. E aí a decepção... Entrei na Metodista com o curso de Relações Públicas tendo 5 estrelas e a promessa de ser o melhor, o 1º ano passou, perdi uma estrela e 2 ótimas professoras (Jocélia Mainardi e Márcia Tondato), o 2º ano mal acabou e já perdemos 2 estrelas e um professor renomado (Fábio França), e aí? Ano que vem vou perder outra estrela, outros professores e vou me formar numa Universidade que nem se importa com isso porque já tem outras 59 estrelas? Não! Eu quero minhas estrelas de volta, quero mais professores renomados e quero acreditar que o curso de Relações Públicas da Metodista é um dos melhores do Brasil!

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

TV Globo + Folha de São Paulo x Redes Sociais

Por Maira Manesco de Oliveira

Até onde vai a sua liberdade de expressão? A dos funcionários da TV Globo e do Jornal Folha de São Paulo não vai mais a lugar nenhum.
Na quinta-feira passada (10/09) a Globo divulgou um comunicado interno restringindo o uso de blogs, Twitter, Facebook e outras redes sociais pelos seus colaboradores. Segundo a coluna Radar Online, os funcionários devem agora pedir permissão [sim permissão, como se a Globo fosse mãe de crianças de 10 anos] a Globo para poder usar essas redes, e se a permissão for dada não poderão publicar nada sobre as atividades da TV, ou seja, o @huckluciano não poderá mais falar sobre o Caldeirão do Huck se a TV Globo não deixar.
 
Não sei para vocês, mas para mim chega a ser ridículo!

Bom, o Jornal Folha de São Paulo tomou medidas mais leves, não proibiu seus funcionários de ter perfis nas redes sociais, apenas pediu para que eles não tomem lado em campanhas partidárias e não publiquem furos do jornal, já que isso é reservado aos assinantes da Folha de São Paulo e do site UOL, mas que “eventualmente blogs podem fazer rápida menção para texto publicado no jornal, com remissão para a versão eletrônica da Folha".

No dia 13 de setembro, Carlos Eduardo Lins da Silva, o ombudsman da Folha levanta uma questão: “como exercer controle sobre o que ele diz de temas que não são os de que trata no jornal sem interferir na sua liberdade de expressão?” Parece que alguém pensou na tal liberdade enquanto o comunicado corria solto gerando bochicho.

Agora vamos analisar isso do ponto de vista de um Relações Públicas, no caso o meu ponto de vista.

É certo vetar alguém de ter um perfil social e falar sobre o que quiser nele? Eu acredito que não, a liberdade de expressão está acima de qualquer coisa. Depois que a Ditadura Militar acabou, ganhamos o direito de falar de tudo em qualquer lugar, inclusive meter a boca no trombone, mas claro que com respeito.

É óbvio que ninguém vai chegar no Twitter e dizer: "A empresa que trabalho é um lixo, meu salário está atrasado há 80 dias."

Até agora não entendi o que a TV Globo e a Folha de São Paulo temem, alegam que estão preocupadas com distorções negativas, mas o que tem de negativo o jornalista falar que cobriu a matéria do Sarney que vai sair no dia xx no jornal? Para mim isso atrai a compra do jonal. E quanto aos apresentadores, já assiti muito dos programas só porque soube pelo Twitter que o artista tal estaria lá.

Sinceramente, eles deveriam fazer que nem o SBT e por a produção dos programas na TwitCam, assim a gente palpita, se sente mais próximo e fica feliz de saber que se preocupam com o público e não só com a imagem.

Fonte:
http://www.comunique-se.com.br/index.asp?p=Conteudo/NewsShow.asp&p2=idnot%3d53489%26Editoria%3d8%26Op2%3d1%26Op3%3d0%26pid%3d238612%26fnt%3dfntnl&rss=on
http://www.adnews.com.br/midia.php?id=93719