Por Maira Manesco de Oliveira

Na quinta-feira passada (10/09) a Globo divulgou um comunicado interno restringindo o uso de blogs, Twitter, Facebook e outras redes sociais pelos seus colaboradores. Segundo a coluna Radar Online, os funcionários devem agora pedir permissão [sim permissão, como se a Globo fosse mãe de crianças de 10 anos] a Globo para poder usar essas redes, e se a permissão for dada não poderão publicar nada sobre as atividades da TV, ou seja, o @huckluciano não poderá mais falar sobre o Caldeirão do Huck se a TV Globo não deixar.
Não sei para vocês, mas para mim chega a ser ridículo!
Bom, o Jornal Folha de São Paulo tomou medidas mais leves, não proibiu seus funcionários de ter perfis nas redes sociais, apenas pediu para que eles não tomem lado em campanhas partidárias e não publiquem furos do jornal, já que isso é reservado aos assinantes da Folha de São Paulo e do site UOL, mas que “eventualmente blogs podem fazer rápida menção para texto publicado no jornal, com remissão para a versão eletrônica da Folha".
No dia 13 de setembro, Carlos Eduardo Lins da Silva, o ombudsman da Folha levanta uma questão: “como exercer controle sobre o que ele diz de temas que não são os de que trata no jornal sem interferir na sua liberdade de expressão?” Parece que alguém pensou na tal liberdade enquanto o comunicado corria solto gerando bochicho.
Agora vamos analisar isso do ponto de vista de um Relações Públicas, no caso o meu ponto de vista.
É certo vetar alguém de ter um perfil social e falar sobre o que quiser nele? Eu acredito que não, a liberdade de expressão está acima de qualquer coisa. Depois que a Ditadura Militar acabou, ganhamos o direito de falar de tudo em qualquer lugar, inclusive meter a boca no trombone, mas claro que com respeito.
É óbvio que ninguém vai chegar no Twitter e dizer: "A empresa que trabalho é um lixo, meu salário está atrasado há 80 dias."
Até agora não entendi o que a TV Globo e a Folha de São Paulo temem, alegam que estão preocupadas com distorções negativas, mas o que tem de negativo o jornalista falar que cobriu a matéria do Sarney que vai sair no dia xx no jornal? Para mim isso atrai a compra do jonal. E quanto aos apresentadores, já assiti muito dos programas só porque soube pelo Twitter que o artista tal estaria lá.
Sinceramente, eles deveriam fazer que nem o SBT e por a produção dos programas na TwitCam, assim a gente palpita, se sente mais próximo e fica feliz de saber que se preocupam com o público e não só com a imagem.
Fonte:
http://www.comunique-se.com.br/index.asp?p=Conteudo/NewsShow.asp&p2=idnot%3d53489%26Editoria%3d8%26Op2%3d1%26Op3%3d0%26pid%3d238612%26fnt%3dfntnl&rss=on
http://www.adnews.com.br/midia.php?id=93719
Bom, o Jornal Folha de São Paulo tomou medidas mais leves, não proibiu seus funcionários de ter perfis nas redes sociais, apenas pediu para que eles não tomem lado em campanhas partidárias e não publiquem furos do jornal, já que isso é reservado aos assinantes da Folha de São Paulo e do site UOL, mas que “eventualmente blogs podem fazer rápida menção para texto publicado no jornal, com remissão para a versão eletrônica da Folha".
No dia 13 de setembro, Carlos Eduardo Lins da Silva, o ombudsman da Folha levanta uma questão: “como exercer controle sobre o que ele diz de temas que não são os de que trata no jornal sem interferir na sua liberdade de expressão?” Parece que alguém pensou na tal liberdade enquanto o comunicado corria solto gerando bochicho.
Agora vamos analisar isso do ponto de vista de um Relações Públicas, no caso o meu ponto de vista.
É certo vetar alguém de ter um perfil social e falar sobre o que quiser nele? Eu acredito que não, a liberdade de expressão está acima de qualquer coisa. Depois que a Ditadura Militar acabou, ganhamos o direito de falar de tudo em qualquer lugar, inclusive meter a boca no trombone, mas claro que com respeito.
É óbvio que ninguém vai chegar no Twitter e dizer: "A empresa que trabalho é um lixo, meu salário está atrasado há 80 dias."
Até agora não entendi o que a TV Globo e a Folha de São Paulo temem, alegam que estão preocupadas com distorções negativas, mas o que tem de negativo o jornalista falar que cobriu a matéria do Sarney que vai sair no dia xx no jornal? Para mim isso atrai a compra do jonal. E quanto aos apresentadores, já assiti muito dos programas só porque soube pelo Twitter que o artista tal estaria lá.
Sinceramente, eles deveriam fazer que nem o SBT e por a produção dos programas na TwitCam, assim a gente palpita, se sente mais próximo e fica feliz de saber que se preocupam com o público e não só com a imagem.
Fonte:
http://www.comunique-se.com.br/index.asp?p=Conteudo/NewsShow.asp&p2=idnot%3d53489%26Editoria%3d8%26Op2%3d1%26Op3%3d0%26pid%3d238612%26fnt%3dfntnl&rss=on
http://www.adnews.com.br/midia.php?id=93719